Quinta-feira, 3 de Janeiro de 2008

(20) O berço da Humanidade "Mãe África"

O berço da Humanidade "Mãe África"

És muito amor, aliada a muita dor.

És muita sabedoria e temperança.

És a vida.

És a cor.

És a fé e a lembrança…

Mas ferozmente,

Vais marcando os teus filhos,

Com a eterna e doce esperança…

Porque és a cobiça dos homens.

És salteada dia e noite.

O pranto, alaga os campos,

Onde teus filhos perecem.

Mas mesmo assim…

Vais ensinando mansamente,

Para que não mudem os seus caminhos,

Que cresçam em humildade,

Que entreguem a outra face.

Porque a marca, está na alma.

feita de um raio sol,

feita de um rasgo de luz,

Transformada em renúncia

Transformada em Nada

É um Natal cravado na Cruz

Para que nunca esqueçam…,

de Quem são filhos, de Onde nasceram?

Do amor , da liberdade!

Da resistência , da harmonia!

No Berço da Humanidade.

 

melita

publicado por poesiaemrede às 00:40
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4 comentários:
De Anónimo a 4 de Janeiro de 2008 às 16:36
tété,
amiga, vi que posso comentar sem estar registada.
Assim além de ler posso sugerir.
Gostei da poesia, está cheia de alma Africana.
Que vença a melhor e que a melhor seja esta!!!
bjinhos
De Anónimo a 4 de Janeiro de 2008 às 16:43
Afinal fiz algo mal...
na próxima já sei que o nome é na linha de cima, lol
Quando li o comentário é que vi que algo ficou mal amiga.
Mas a anónima sou eu a tétéeeeeeeeeeeeeeeeeeeee
tété
jokas
De Manuel Pereira a 29 de Março de 2008 às 11:07
Gostei imenso de ler esta poesia. Faz-me lembrar que a Humanidade tem a sua história e não se pode esquecer as nossas origens.
De Anónimo a 5 de Novembro de 2014 às 10:09
Obrigado

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