Domingo, 2 de Março de 2008

(86) Na Minha Terra

Na minha terra

 

 

A terra… Preta, preta, preta…

O verde… Come-se…

Os pássaros… Um azul quente…

Os Velhotes… Os suores…

A transpiração… As rugas…

Círculos… Vidas…

Os Avós… Os Netos…

Os Netos… Os filhos dos Netos…

O lugar… A aldeia…

O respeito… A simplicidade…

Os actos… A verdade…

Sem preços… A honestidade…

Na minha terra…

É assim,

Na minha terra…

 

Migos Môr

publicado por poesiaemrede às 01:22
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Sábado, 1 de Março de 2008

(84) A Minha Casa

A minha casa
É toda a casa
Uma casa no mundo
Que não pára nem por segundo

Terra com tantos extremos
Tanta alegria e pobreza
Tanta dor e riqueza
É desolação..

Que mundo inconsciente
É o que nos rodeia
Que nos mostra felicidade
No meio de mar tão ardente

Mas que mar esse?
Tão enfermo, tão iludido..
Tão endurecedor o ouvir da badalada
E o tempo a passar..
É nada!

Ele passa, passa..
É real, é imaginário..
Mas que sonho tão precário
Este mundo ao contrário

É uma terra desmedida
Sem paz ou qualquer raiz
Uma vontade esquecida
De sair e ser feliz..

Daniela Borges
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(83) Minha Terra

Minha Terra

 

Em minha terra me sinto tão acolhida e integrada,

que às vezes me faltam olhos críticos

ou de justo encantamento

- a ela não pareço estar suficientemente atenta .

Se viajo, outras seguram o meu olhar curioso,

predisposto a delas gostar

- há quase sempre a intenção de voltar.

Mas é à minha terra que sempre retorno,

bendizendo o meu lugar no mundo,

aquele que reconheço como pátria

e me reconhece como filha.

 

Terra minha,

não apenas um espaço físico,

mas um conjunto de sentimentos,

modos de ser, posturas,

que definem sua alma,

nossa alma brasileira...

 

  Cecília Quadros

publicado por poesiaemrede às 02:58
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Quinta-feira, 28 de Fevereiro de 2008

(75) Numa Aldeia Adormecida...

Numa aldeia adormecida…

 

Numa aldeia adormecida,

Em dia de tempestade,

A Senhora na Azinheira pousou,

Às três Crianças falou.

 

A sua dor ao Mundo partilhou,

Ao fim da guerra suplicou.

Sobre a aldeia de Fátima,

O sol bailou e a esperança pousou.

 

O povo gritou,

 Mergulhado na miséria,

Suplicio de dor,

Num País ditador.

 

Sobre a Terra de Fátima,

A Senhora o Mundo abençoou,

Com seu Amor de Mãe,

Da guerra nos salvou.

 

Fátima Terra de Fé,

 Arrastas multidões,

Em tantas gerações,

Iluminadas pelas suas orações.

 

Fátima Terra de Fé,

Pequena aldeia adormecida,

Que agora não é esquecida,

Unes nações e abraças as religiões.

 

 

Ana Guedes

 

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(74) Não me alcunhei de Coimbra

Não me alcunhei de Coimbra


Ó Augusto, Augusto...
Olha o que fazes de ti,
Sempre a gabar Portugal
E alcunhas-te yodleri?

Que raio de coisa é essa?
Podias usar Coimbra,
Que é tua terra natal,
E por sinal é tão linda!...

Ou Fado, Fado é bonito!
Ou Mondego, ou Choupal.
Chanfana dum bom cabrito,
Ou batatas em água e sal!

Outra alcunha bestial:
Grelos, ai verdes grelos;
Rancho ou feijoada
Ossos, quem dera tê-los!

Ou... isso, Repúblika
Aquela do Prákistão...
Ainda ca dos Kágados
Tambem fizesse vistão.

Ou Manga, ou Sereia,
Ou Jardim do Tritão.
Ou mais que venha à ideia,
Mas yodleri?... Não!...

Anónimo
publicado por poesiaemrede às 23:53
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Quarta-feira, 20 de Fevereiro de 2008

(66) "A Minha Terra"

"A minha terra"

Esta terra não é a minha terra.
Nenhuma terra é a minha terra.
Nenhum grão do que seja, de terra, de areia, do que seja, é terra que eu pise.
Eu não piso chão algum.
Eu não me movo, não me atrevo, nesta ou em qualquer terra.
Quantos anos somam as poeiras que me ferem a vista cansada?
As poeiras que me devoram entranhas e pele e os olhos feridos, esbatida a visão que me tolda numa rajada de vento vil e doentio.
A poeira traiçoeira que me devora e não me deixa pisar o chão, chão algum.
Me fere a vista cansada, me expulsa desta casa que não tenho, que não habito, como a terra, terra alguma, seja qual for.
Nenhuma terra é a minha terra.
Eu não vivo, nem respiro, não me movo, nem respiro, não existo, nem respiro.
Em terra alguma, eu não tenho terra, eu não a exijo, não a permito.
Esta, esta terra que não é minha.
Nem esta nem terra nenhuma.

Anónimo
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Sábado, 16 de Fevereiro de 2008

(61) Reminiscências e Coisas Mais

 

REMINISCÊNCIAS E COISAS MAIS

 

 

Cobriu de cinzas minh’alma quando parti.

Na bagagem  sabor de jabuticabas,

 o mistério dos porões escuros,

 chiado dos  carros de boi na modorra do dia

domingos chuvosos

 lamento de flauta pela vidraça molhada.

Um sonoro badalar. De onde é o sino ?

É o das Dores, é o de Santo Antônio?

Sons de matraca no silêncio das ruas.

Catas abandonadas - morada da Mãe do Ouro

visão fantasmagórica nas noites de prata.

O canto do pássaro no galho

doces manhãs de neblina,cheiro de infância.

 

O trem engole  a serra.Último silvo

 ponto final de uma meninice dourada.

O tempo derrama a saudade

e molha o peito com água dos olhos.

Anna Ayres

 
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(60) Malanje, Minha Terra

MALANJE, MINHA TERRA

 

Malanje, minha Terra,

Malanje, minha Vida,

Malanje venceste a Guerra,

Mas tua  Palanca está ferida.

 

Malanje já recupera

deitada no planalto

e hoje cobre a sua terra

com Paz, Brita e Asfalto.

  

Malanje das cinzas renascida,

qual Fénix, ressuscitou

do  fogo, que a deu por vencida,

mas foi Ela que o queimou.

 

E como sempre, de mão estendida,

a todos já perdoou

e até à Queimada está agradecida,

pois foi quem  a regenerou.

 

Malanje pelo Mundo espalhada,

por via da Gente que partiu

e se viu "entornada", refugiada,

num país a Norte e frio.

   

Malanje da Gente que ficou,

porque não teve alternativa,

e na querra morreu, sofreu,…e amou,

lutou, venceu… a chama está Viva.

 

José Manuel da Cruz Vaz Jacinto
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(59) São Fragâncias Únicas

são fragrâncias únicas as daquela cidade

pequena, aldeia grande, que tenho e tinha

que me pertence por não ser minha

eternamente nossa e somos só nós na verdade.

 

Alentejo cheio de sabores e desertificação

cidade perdida e achada no meio dos campos

com tantos cheiros e brilhos e encantos

com gente com vontade de emancipação.

 

é linda; é cercada com serra.

tem ruas e castelo e ruelas

e cheiros únicos escondidos em vielas

e gente…esta é a minha terra.

 

 

Ana Durão

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(58) "A Minha Terra"

“A minha terra”

 

 

 

A minha terra não é minha. É muito mais.
Nem sequer é nossa, exclusiva dos nossos tempos.
Antes de mim, a partir de um simples cais,
Já se aventurava, sem medo, pelos Descobrimentos.
 
A minha terra é mais do que os rios, as colinas,
Os campos, as montanhas ou as cidades
Onde crescemos, brincámos, conhecemos as meninas
E fizemos as primeiras amizades:
A minha terra é também a língua, o fado, as populações,
Os monumentos, a história, a cultura, as navegações!
 
Mesmo aquele genuíno sentimento
Que quando estou longe me abraça cá dentro
(Há quem lhe chame esperança, mas erra,
Porque não é esperança de verdade),
Não é meu, é da minha terra,
A pátria da saudade.
 
E para conhecê-la, basta viajar
Pelos sete mares e pelos sete ventos,
Para todos os lugares onde continuou a exportar
Os seus patrimónios e os seus talentos.
 
A minha terra é Portugal,
Cujas fronteiras se estendem pelo mundo inteiro.
Só falta acreditar, o sonho é real,
Só falta erguer-se o nevoeiro.

 

 

 

Filipe Miguel Costa

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Quinta-feira, 14 de Fevereiro de 2008

(57) A Minha Terra

A minha Terra

 

 

Nem sempre regressar a casa,

Ao local onde nascemos,

È a melhor solução.

Existe todo um caminho de estrelas mortas,

De sombras, de fantasmas.

E eu sinto que estou na escuridão. Ao teu lado.

Não é preciso visitar-te.

Sei que estás lá. Aqui. Dentro de mim.

Sinto que levanto o peso dos anos.

Todos aqueles que preenchem o calendário.

Não me esqueces. Não te esqueço…

Sei que viverás muito para além dos meus dias.

Assim como o braço do barbeiro

Só está completo quando segura a navalha,

Tu és um prolongamento de mim.

 

 

Paulo Eduardo Campos

publicado por poesiaemrede às 00:12
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Terça-feira, 12 de Fevereiro de 2008

(56) A Praça

A PRAÇA

 

Rejuvenescida e vivaça

Ex-libris da cidade

Tão bela está a Praça

Nosso orgulho e vaidade

 

Acolhedora e colorida

Espraiam-se nela esplanadas

Buliçosa e envolvida

De gentes refasteladas

 

Agradável a quem passa

É o coração da cidade

A nossa tão velha Praça

Respira graciosidade

 

Sala de visitas de Leiria

Alegre e irrequieta

De todos é companhia

Até do Rodrigues Poeta

 

Em tempos rosa perdida

Que por milagre e graça

A Rainha Santa deixou caída

E se transformou em Praça

                                                              
                                                    Isabel Batista

publicado por poesiaemrede às 00:45
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(55) Besteiras - Uma Pequena Aldeia

Besteiras - Uma pequena aldeia

 

Fiz de uma pequena aldeia ribatejana

Tingida pelo verde intenso da serra

O chão donde minha alma emana,

O meu lar e a minha querida terra.

 

Fiz do verde intenso dos pinheiros

Refúgio dos meus encantos e ilusões,

Neles escrevi páginas de livros inteiros

Feitos de sonho, fantasia e recordações.

 

Fiz do chão onde nascem belas flores

E do ar sempre leve, fresco e puro

O maior de todos os meus amores,

As raízes do meu passado e futuro.

 

Fiz do cheiro da terra em noite de luar

O perfume dos lençóis da minha cama,

Fiz dele a melodia que paira no ar

Sempre que a saudade acende a sua chama.

 

Fiz de uma pequena aldeia ribatejana

A minha esperança, a luz do meu viver,

Fiz dela o chão donde minha alma emana

A raiz de amor que jamais posso esquecer.
 
Hisalena
publicado por poesiaemrede às 00:42
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Sábado, 9 de Fevereiro de 2008

(52) Horizonte Brasileiro

Horizonte brasileiro

Olho o mundo ao meu redor
Vejo muita hipocrisia
Muitos se dizem honestos
Até assinam manifesto
Participam de protestos
Pra ganhar do povo simples
A confiança e a fé...
Fico triste e me apavoro
Revolto-me e me devoro
Isolo-me e então choro
De tristeza e comoção
De ver minha terra querida
Se transformar em ferida
Pelas unhas desses corvos
Que enganam o incauto povo
A cada nova eleição.
Aproveitam-se desta gente
Deste povo humilde e pobre
Que não tem no bolso um cobre
Pra garantir o seu pão...
Tentam comprar com cimento
Adobinho e Cesta Básica
A consciência do homem
Que bem sabe o que é a fome
No seu labutar diário
Com seu mísero salário...
Imploro ao povo sofrido
Que não se deixe enganar

valdeck
publicado por poesiaemrede às 03:29
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Sexta-feira, 8 de Fevereiro de 2008

(51) Minha terra...

Minha terra...

Falo da minha terra com amor e com tristeza.

Essa terra decantada em verso e prosa com muita beleza,

É a terra das palmeiras e do sabiá,

Das  motosserras e das queimadas,

Terra a muito massacrada, pelo homem sem coração.

Oh! Minha mãe gentil de beleza esfuziante,

O que aconteceu com teus filhos?

Porque te machucamos tanto, se nos dá tanto?

Tudo o que temos de alguma forma, advêm de ti,

E não lhe somos gratos, apenas nos tornamos fracos

Seduzidos pelo mau, Vil Metal.

Oh! Minha mãe, teu semblante ainda é tão belo.

Tua pele carrega as mais lindas praias,

Veneradas e amadas pelo mundo afora,

As mais belas matas, a terra mais fértil,

Os sabores mais doces, o pulmão do mundo.

Porque somos tão imundos? Porque te fazemos tão mal?

Peço a Deus, que te deu a vida,

No seu momento de maior inspiração,

Que nos dê a palmada merecida,

Para que acordemos desta letargia desmedida

A rezar para que não seja em vão,

O nosso pedido de perdão.

 

Márcio de Sousa

 

publicado por poesiaemrede às 02:49
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(50) A Minha Terra

A minha terra

 

 

Arouca

De verdes cabelos ao vento,

Do teu ventre... saem rios,

Que fertilizam as sementes,

Nos campos adormecidos.

- Qual princesa... deleitada...

Ouvindo o chilrear dos passarinhos.

 

Terra de gentes humildes,

trabalham com perseverança.

Lançam sementes à terra.

...Grávidos de esperança.

E sonham...

O brotar das sementeiras.

 

Arouca

Mulher sinuosa...

Teu ventre...maternidade.

Teus rios cristalinos,

Percorrem teu corpo...

De brio e verdade...

Tens um nome feminino,

Teus seios... colinas suaves...

Que arrebatem paixões.

 

Arouca

De verdes cabelos ao vento,

Nos campos adormecidos.

- Qual princesa... deleitada...

Ouvindo o chilrear dos passarinhos.

 

                                            

 

 Luísa Pereira

 
publicado por poesiaemrede às 02:40
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(49) Praia das Pérolas Perdidas

Praia de pérolas perdidas
 
À meia noite de um dia sem céu naquela terra clara de mar
(Terra de amores perdidos, tragos esquecidos…
Terra onde o frio é trevas e o quente brilha na madrugada)
Vulto, sentado, fito o chão molhado
De areia de pérolas de carvão
Pedaços de um coração...
É aí que tu irrompes pela penumbra,
Sereia andante, de olhar flamejante...
Que naquela noite sai ao encontro
De uma palavra de louvor
Sentaste-te e pediste-me uma das minhas pérolas
Eu, hesitante e de olhares imprecisos,
Receios de trivialidades esquecidas
Perco mais uma lágrima sábia...
O silêncio.
Levantas-te ao som dos teus cabelos de prata
Fugidios, como tu
Então, o que resta de mim ainda te confessa,
Quase no ocaso de uma alma já incógnita
« todas as verdadeiras pérolas do mundo são para ti...»


Daniela Maia

 

publicado por poesiaemrede às 02:34
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(48) A Minha Terra

A Minha Terra

 

Meu Amor se tu soubesses...

as aves que havia no luar da minha terra,

 lá  longe o mar nas noites claras, ao longe das casas, por baixo do céu...

se tu soubesses...

o pedido das janelas iluminadas pelo caminho, 

e eu, aquela menina de tranças caídas, esperando na vidraça, os

passos que tardam nos campos, antigamente eram campos, campos,e não betão...

como eu tinha pensamentos inocentes...

se tu soubesses...

as grandes romarias de quaresmas santas 

na minha Terra de crença, promessa e lágrimas que sentem 

e os homens tristes, chorando, cantavam rezando...

se tu soubesses...

as estradas de como quem vem de longe,

os campos floridos de como quem nasce puro

naqueles campos de milho e trigo...

Se tu soubesses...

como a galope eu corria

fica mais perto de mim, não fiques mais longe de mim...

se tu soubesses...

a saudade que tive quando estive ausente...

a minha Terra anoitecia no mar, mas depois, a lua de gaivotas,

vinha beijar aquele mar imenso porque era diferente,

porque era de gaivotas aquele luar...

ah! se tu soubesses,

se tu soubesses como era aquele luar!...
 
 

Mila

2000/06/02
publicado por poesiaemrede às 02:29
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Quinta-feira, 7 de Fevereiro de 2008

(47) Ericeira - Meu berço, à flor do mar

ERICEIRA – Meu berço, à flor do mar

 

 

 

Oh, minha terra, do “mar salgado”

do ar lavado, das calçadinhas

do sol mais louro

ancoradouro das andorinhas.

 

Terra das pombas, filhas das ondas

em turbilhão

asas erguidas, cruzes perdidas

na imensidão.

 

Terra das praias d´areais louros

dos miradouros, a cada canto

Manhãs de bruma, tardes d´espuma

do meu encanto.

 

Oh, minha terra das penedias

das invernias, tanta aflição

bravas nortadas

fúrias eivadas de maldição.

 

Calvários brancos, sabe Deus quantos

no mar sem fim

dores apagadas, santificadas

rogai por mim.

 

Terra d´ esperanças

onde eu de tranças, bibe de folhos

me vi crescer

cobre os meus olhos

quando eu morrer.

 

 

 

 

Maria da Assunção Freire

publicado por poesiaemrede às 00:54
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